“Supersalários” não são o problema de grande parte do serviço público: falácia é usada pra atacar direitos e empurrar Reforma Administrativa

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De novo, a imprensa e o relator Pedro Paulo tentam empurrar a chamada “reforma administrativa”, usando a pauta dos penduricalhos e dos chamados “supersalários” como cortina de fumaça. O discurso é sempre o mesmo: “acabar com privilégios”. Mas isso é uma falácia usada para atacar direitos e servidores, quando a realidade é bem diferente.

📊 Os dados desmentem a narrativa:
➡️ Apenas 1,34% dos servidores recebem acima do teto do serviço público.
➡️ Segundo o Atlas do Estado Brasileiro, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, metade do funcionalismo ganha menos de R$ 3 mil por mês.

Ou seja: a imensa maioria dos servidores não vive de “privilégios”. Vive de salário baixo, trabalha em condições precárias e sustenta serviços essenciais para a população. Usar a exceção para criminalizar o conjunto é desonestidade política.

A pauta dos penduricalhos existe e precisa ser enfrentada com transparência e regras claras. Mas ela está sendo instrumentalizada para empurrar uma reforma que retira direitos, fragiliza carreiras, precariza vínculos e desmonta o serviço público. Quem perde com isso é a sociedade: menos Estado, menos políticas públicas, mais privatização e desigualdade.

⚠️ Não vamos cair nesse truque de novo.
Ano eleitoral é terreno fértil para discursos fáceis e soluções falsas.

Precisamos seguir mobilizados.
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