Com muito ânimo, anunciamos o lançamento da campanha É HORA DE VIRAR O JOGO, que tem por objetivo mostrar a necessidade de mobilizar a sociedade para modificar o modelo econômico atual, o qual tem produzido escassez, miséria e atraso, que não combinam com a abundância que existe em nosso país.

Esse modelo econômico errado é implementado, na prática, por diversas medidas econômicas como a Emenda Constitucional 95 (estabeleceu teto de gastos e investimentos sociais por 20 anos); as Privatizações; o Sistema da Dívida; as Reformas, como a da Previdência e a Trabalhista, e tende a se agravar face à aprovação da Emenda Constitucional 106 (autoriza o Banco Central gastar trilhões para comprar papel podre dos bancos), o esquema da Securitização (desvia recursos que sequer alcançarão os cofres públicos), e a proposta de independência do Banco Central (que deixa o BC autônomo, acima de tudo e de todos).

Esse modelo econômico tem sido responsável por impedir que a abundância que existe no Brasil esteja presente na vida de todas as pessoas, colocando todos nós, brasileiros e brasileiras, em um cenário de escassez inaceitável, que destoa completamente da imensas riquezas que existem no Brasil.

Esse modelo errado privilegia o setor financeiro nacional e internacional, cuja cabeça é o BIS (banco de regulações internacionais), instituição privada que se diz banco central dos bancos centrais.

Ao longo da campanha, programada para 3 meses, vamos desenvolvendo a conscientização de que é preciso unificar as lutas e construir uma grande mobilização social para construir outro modelo, no qual o Estado Social seja forte e garanta vida digna para todas as pessoas e respeite o ambiente.

Agradecemos às entidades que já estão participando dessa iniciativa (apoiadores) e convidamos todas as demais, que ainda não aderiram, pois para virar o jogo vamos precisar de todo mundo!
#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Lançamento da campanha

Por que precisamos virar o jogo?

Folheto da campanha

Apoio

vídeos introdutórios

Semana 05

CAMPANHA AVANÇA COM AÇÕES CONCRETAS QUESTIONANDO AS PRIVATIZAÇÕES E A REFORMA ADMINISTRATIVA

Desde o lançamento da campanha É HORA DE VIRAR O JOGO, temos produzido diversos materiais para mostrar a realidade de imensas riquezas e possibilidades do nosso país, contrastando com o cenário de escassez em que se encontra a maioria da população brasileira, e o enorme atraso em nosso desenvolvimento socioeconômico.

Essa disparidade decorre do modelo econômico errado que atua no Brasil, o qual tem sido implementado, na prática, por meio das contrarreformas (como a Trabalhista e a da Previdência que já foram aprovadas, e a atual PEC 32/2020, da Reforma Administrativa), assim como por meio das Privatizações do nosso patrimônio estratégico e lucrativo; da política monetária suicida praticada pelo Banco Central; do Sistema da Dívida e demais eixos que sustentam esse modelo errado que precisamos modificar, como temos abordado (Leia mais) e demais materiais da campanha.

A campanha É HORA DE VIRAR O JOGO ganha concretude com ações adotadas para questionar o modelo atual e exigir a mudança de rumos.

Na última sexta-feira foi protocolada a Carta Aberta que questiona o Ministro da Economia Paulo Guedes sobre o que está por trás das privatizações. A carta  foi construída por trabalhadores das estatais em risco de privatização e apoiada por todas as entidades que já estão apoiando a campanha.

A próxima ação concreta será o questionamento sobre a PEC 32/2020, que vai muito além de uma “Reforma Administrativa” e modifica completamente o papel do Estado que passará a atuar “nas sobras”, onde o setor privado não tiver interesse, tendo em vista a proposta de inclusão do princípio da subsidiariedade no Art. 37 da CF. Convidamos todas as entidades a participar da construção desse questionamento, enviando suas propostas para contato@auditoriacidada.org.br .

#ÉHORAdeVIRARoJOGO

#9 É HORA de VIRAR o JOGO 23 de setembro, 2020

#9 É HORA de VIRAR o JOGO

Vídeo 9 EHORAdeVIRARoJOGO 22 de setembro, 2020

Vídeo 9 EHORAdeVIRARoJOGO

Semana 04

NÃO ACEITAMOS O CENÁRIO DE ESCASSEZ

Agora que já sabemos da nossa imensa riqueza, você não acha que o Brasil deveria estar em outro patamar de desenvolvimento socioeconômico, com pleno emprego, amplo acesso a serviços públicos de qualidade e vida digna para todas as pessoas?

E por que isso não está acontecendo?

Infelizmente, a extrema pobreza chegou a 13,5 milhões de pessoas em 2018, antes do coronavírus. E agora, diante da pandemia, mais de 90 milhões de pessoas estão se habilitando para receber o auxílio emergencial de R$300, sendo que cerca de 65 milhões já estão recebendo. A pandemia, na verdade, só está evidenciando a dramática desigualdade social e as consequências da falta de investimentos públicos.

Essa situação decorre do modelo econômico errado, voltado para a produção da escassez, em vez de impulsionar a distribuição justa da abundância de recursos.

O cenário de escassez pode ser evidenciado em diversas medidas econômicas que ao mesmo tempo cortam, congelam e reduzem a possibilidade de investimentos sociais e na estrutura do Estado, porém, privilegiam o gasto financeiro e o Sistema da Dívida com vários trilhões de reais, por exemplo:

– o ajuste fiscal e sucessivos cortes orçamentários que culminaram com a fixação do teto de gastos sociais e os destinados à estrutura do Estado por 20 anos (Emenda Constitucional 95), deixando os gastos com a dívida fora do teto e sem limite algum;

– as contrarreformas que reduzem, adiam e até extinguem direitos sociais, para que sobrem mais recursos para pagar a dívida;

– o gasto de dinheiro do BNDES para financiar as privatizações insanas, em vez de priorizar os investimentos públicos geradores de emprego e renda;

– a remuneração da sobra de caixa dos bancos pelo Banco Central, que aumenta o lucro dos bancos enquanto gera escassez de moeda em circulação e encarece os juros pagos pela sociedade;

– diversas modificações legais, como a Emenda Constitucional 106, que autoriza destinação de trilhões de reais de dinheiro público para a compra de papel podre de bancos pelo Banco Central.

Por isso, apesar das imensas riquezas existentes no Brasil, a maior parte da população brasileira vive na pobreza e até miséria absoluta.
É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas!  Vamos nos unir!

#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Semana 03

A RIQUEZA DEVE BENEFICIAR TODAS AS PESSOAS

Além das imensas riquezas naturais existentes no Brasil, também possuímos grande volume de riquezas  financeiras: há vários anos temos mantido mais de R$ 4 Trilhões no caixa do Tesouro Nacional, do Banco Central e em Reservas Internacionais.

Adicionalmente, podemos aumentar a nossa arrecadação tributária com a cobrança de impostos sobre:
grandes fortunas;
lucros distribuídos aos banqueiros e grandes empresários,
– remessas para o exterior, entre outras medidas.

E mais: podemos cobrar a Dívida Ecológica atual e histórica, da qual somos credores.

Com essa riqueza toda, era para estarmos em patamar de desenvolvimento socioeconômico invejável há muito tempo.

No entanto, o cenário é de crise geral, caracterizada por: desindustrialização; queda da atividade comercial; desemprego recorde; perdas salariais; perdas de direitos devido às contrarreformas; entrega de patrimônio por meio de privatizações obscuras e até sucessivos encolhimentos do PIB.

Só os bancos seguem batendo recordes de lucros, apesar da crise que desde 2015 abala a economia brasileira.

É HORA DE VIRAR O JOGO, para que as riquezas e a abundância que existem no Brasil cheguem à vida de todas as pessoas!
#ÉHORAdeVIRARoJOGO

# 8 É HORA DE VIRAR O JOGO 23 de setembro, 2020

# 8 É HORA DE VIRAR O JOGO

Vídeo 8 #EHORAdeVIRARoJOGO 11 de setembro, 2020

Vídeo 8 #EHORAdeVIRARoJOGO

Vídeo 7 #EHORAdeVIRARoJOGO 09 de setembro, 2020

Vídeo 7 #EHORAdeVIRARoJOGO

Semana 02

O BRASIL É O PAÍS DA ABUNDÂNCIA

Para entendermos como podemos virar esse jogo é necessário estarmos cientes das nossas imensas possibilidades.

O Brasil é o país da abundância, com riquezas impressionantes, sob todos os aspectos!

Temos petróleo, nióbio e diversos minerais estratégicos; a maior reserva de água doce do planeta; grande extensão de terras agricultáveis; clima favorável; ricas florestas, cerrados, praias; todas as matrizes energéticas; riqueza humana e cultural impressionantes, além de outras riquezas financeiras que comentaremos na próxima publicação.

A realidade brasileira é de extrema abundância em todos os sentidos. Paradoxalmente, vivemos em inaceitável cenário de escassez. Faltam recursos para investimentos estratégicos e para o atendimento aos direitos sociais básicos.

Desde 2015, enfrentamos crises econômica, financeira, social, ambiental, política e ética; contínuas privatizações de patrimônio público e brutal retrocesso decorrente de contrarreformas que retiram as poucas conquistas alcançadas pela classe trabalhadora.

Com a pandemia do coronavírus, essas crises se agravaram e a situação atual é de verdadeira calamidade social.

Precisamos desmascarar o que separa a realidade de abundância do cenário de escassez, a fim de adotar as medidas necessárias para redirecionar os rumos e garantir o nosso desenvolvimento socioeconômico.

É HORA DE VIRAR O JOGO, para que as riquezas e a abundância que existem no Brasil cheguem à vida de todas as pessoas!
#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Vídeo 6 #EHORAdeVIRARoJOGO 03 de setembro, 2020

Vídeo 6 #EHORAdeVIRARoJOGO

Vídeo 5 #EHORAdeVIRARoJOGO 01 de setembro, 2020

Vídeo 5 #EHORAdeVIRARoJOGO

Semana 01

Estamos perdendo feio esse jogo

Todos nós, brasileiros e brasileiras, temos sido submetidos a um jogo só, um único tabuleiro, onde as peças do jogo correspondem às diversas medidas econômicas que implementam o cenário de escassez.

Essas medidas prejudicam as pessoas e toda a economia do país, ao mesmo tempo em que alimentam os privilégios da chamada Dívida Pública, que consome cerca de 40% do dinheiro do orçamento federal todo ano e nunca foi integralmente auditada, apesar das diversas ilegitimidades e ilegalidades históricas, comprovadas até por Comissões do Congresso Nacional.

Até o Tribunal de Contas da União (TCU) já declarou que a dívida pública não tem servido para investimentos no país.

Nesse jogo só um lado dá as cartas: o sistema financeiro!

Todas as peças desse tabuleiro representam projetos que retiram recursos de áreas essenciais, exterminam direitos sociais, acabam com políticas de combate à desigualdade socioeconômica e promovem a devastação ambiental, destinando montanhas de dinheiro público para os grandes bancos privilegiados e suas corporações.

Mas você sabia que podemos mudar esse jogo?

Vamos utilizar o conhecimento e a mobilização popular para exigirmos um modelo econômico mais justo e inclusivo!

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas! Vem com a gente!

#ÉHORAdeVIRARoJOGO