Com muito ânimo, anunciamos o lançamento da campanha É HORA DE VIRAR O JOGO, que tem por objetivo mostrar a necessidade de mobilizar a sociedade para modificar o modelo econômico atual, o qual tem produzido escassez, miséria e atraso, que não combinam com a abundância que existe em nosso país.

Esse modelo econômico errado é implementado, na prática, por diversas medidas econômicas como a Emenda Constitucional 95 (estabeleceu teto de gastos e investimentos sociais por 20 anos); as Privatizações; o Sistema da Dívida; as Reformas, como a da Previdência e a Trabalhista, e tende a se agravar face à aprovação da Emenda Constitucional 106 (autoriza o Banco Central gastar trilhões para comprar papel podre dos bancos), o esquema da Securitização (desvia recursos que sequer alcançarão os cofres públicos), e a proposta de independência do Banco Central (que deixa o BC autônomo, acima de tudo e de todos).

Esse modelo econômico tem sido responsável por impedir que a abundância que existe no Brasil esteja presente na vida de todas as pessoas, colocando todos nós, brasileiros e brasileiras, em um cenário de escassez inaceitável, que destoa completamente da imensas riquezas que existem no Brasil.

Esse modelo errado privilegia o setor financeiro nacional e internacional, cuja cabeça é o BIS (banco de regulações internacionais), instituição privada que se diz banco central dos bancos centrais.

Ao longo da campanha, programada para 3 meses, vamos desenvolvendo a conscientização de que é preciso unificar as lutas e construir uma grande mobilização social para construir outro modelo, no qual o Estado Social seja forte e garanta vida digna para todas as pessoas e respeite o ambiente.

Agradecemos às entidades que já estão participando dessa iniciativa (apoiadores) e convidamos todas as demais, que ainda não aderiram, pois para virar o jogo vamos precisar de todo mundo!
#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Lançamento da campanha

Por que precisamos virar o jogo?

Folheto da campanha

Apoio

vídeos introdutórios

Semana 18

     

A MOBILIZAÇÃO SOCIAL CONSCIENTE VAI VIRAR O JOGO

A mobilização social consciente é que vai virar o jogo. Para alcançá-la, a sociedade precisa, antes de tudo, ter consciência de seus direitos, das imensas possibilidades do nosso país, e de seu poder de mudança.

Desde o início desta campanha, já demonstramos que o Brasil é um país riquíssimo: temos todos os recursos naturais em abundância, potencial industrial, comercial e cultural, possuímos também imensas riquezas financeiras – atualmente cerca de 5 trilhões de reais em caixa – e temos um povo maravilhoso, solidário e trabalhador. Temos tudo para ser uma grande nação!

Mostramos também que apesar de toda essa riqueza, uma escassez extrema marca a vida da imensa maioria do nosso povo, desatendido em seus direitos básicos. O cenário de escassez está por toda parte: faltam recursos para os investimentos necessários em saúde, educação, ciência e tecnologia, infraestrutura e todas as áreas fundamentais para o nosso desenvolvimento econômico.

É evidente que há algo muito errado em nosso país. Com toda a riqueza que existe aqui, deveríamos estar em um patamar de desenvolvimento socioeconômico infinitamente mais avançado.

Ao longo da campanha mostramos como o modelo econômico aplicado no Brasil tem produzido essa escassez, através de seus vários eixos:
– Sistema da Dívida
– Política monetária suicida
– Modelo tributário regressivo
– Modelo extrativista predatório

É hora de virar esse jogo!
Várias lutas já vêm acontecendo, como mostramos no vídeo 20 da campanha, mas elas têm acontecido de forma dispersa, fracionada, como se cada pauta afetasse apenas um determinado grupo, quando, na verdade, tudo está interligado e o jogo é um só.

É preciso agora avançar a compreensão de que todos esses ataques fazem parte de um único e mesmo jogo e que é necessário unificar as lutas para conseguirmos virá-lo. Vamos lá pessoal: todos juntos, unificar as nossas lutas e, conscientes, organizar a imensa mobilização social necessária para construir outro modelo, como tem incentivado o Papa Francisco: um modelo que coloque o ser humano no centro e respeite a Natureza.

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas! 
#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Semana 17

     

SABEMOS O QUE QUEREMOS

Sabemos o que queremos!
Queremos vida digna para todas as pessoas, com respeito humano e garantia de direitos sociais universais e de qualidade, especialmente educação, saúde, previdência e assistência social.

Queremos um modelo econômico pautado pela ética; um modelo equilibrado e justo que faça com que a imensa abundância que existe em nosso país seja uma realidade na vida de todas as pessoas. Para isso, será necessário:

– Modificar radicalmente o modelo tributário: eliminar as benesses tributárias e os privilégios dos incentivos fiscais injustificáveis, as isenções absurdas aplicadas aos lucros distribuídos aos sócios, às exportações e aos rentistas estrangeiros; reduzir a tributação incidente sobre o consumo e regulamentar a cobrança do imposto sobre grandes fortunas; instituir progressividade efetiva nos tributos incidentes sobre patrimônio e heranças, para que os mais ricos, que possuem capacidade contributiva muito maior, contribuam mais para o financiamento do Estado.

– Impedir a proposta de independência do Banco Central, que o transforma em órgão autônomo em relação ao Estado, e substituir a política monetária suicida por outro funcionamento que garanta a circulação da moeda na economia de forma saudável e a prática de juros baixos, viabilizando o crédito barato para as empresas e famílias que precisam, irrigando a economia e gerando emprego e renda.

– Realizar a Auditoria da Dívida Pública em todas as esferas – federal, estadual e municipal – com participação social, a fim de enfrentar o Sistema da Dívida e garantir que o endividamento funcione como um instrumento de financiamento do Estado Social, com transparência e debate público.

– Recuperação ambiental e práticas de economia solidária, modificando completamente o modelo de exploração mineral predatória e o agronegócio voltado para exportação que destroem e contaminam a Natureza.

Queremos mudar o rumo do modelo econômico injusto que atua no Brasil, o qual tem sido pautado na produção da escassez para a imensa maioria da população, enquanto os bancos e suas grandes corporações são beneficiadas.

Queremos que as nossas riquezas sirvam ao conjunto da sociedade; que ninguém mais sofra por qualquer necessidade não atendida no Brasil.

Nascemos em um dos países mais ricos e belos deste planeta, e não aceitamos mais a escassez fabricada por esse modelo econômico insano, que não nos serve mais!

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas!
#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Semana 16

     

A UNIÃO FAZ A FORÇA

A conjuntura vem comprovando que estamos no caminho certo ao dizer que “É HORA DE VIRAR O JOGO”.

A pandemia tem escancarado o aprofundamento das desigualdades sociais, o agravamento do desmonte do patrimônio público e da estrutura do Estado, ao mesmo tempo em que se institucionalizam os escandalosos e injustificáveis privilégios dos bancos, com a tentativa de aprovação da Bolsa Banqueiro (PL 3.877/2020), independência do Banco Central (PLP 19/2019), esquema de Securitização (PLP 459/2017) e compra de papel podre sem limite dos bancos pelo Banco Central (Art. 7º da EC 106/2020).

Muitas lutas têm acontecido:

  • Grupos sociais distintos combatem os cortes de recursos que vêm acontecendo de forma cada vez mais drástica em áreas sociais essenciais, como saúde, educação, ciência e tecnologia, assistência social etc.
  • Outros grupos sociais lutam contra as vergonhosas privatizações de patrimônio público estratégico, que está sendo vendido por preços baixíssimos e, ainda por cima, apoio do BNDES a fundos financeiros que estão adquirindo as nossas empresas estatais.
  • Servidores públicos se mobilizam em todo o país pela retirada da PEC 32, da chamada reforma administrativa, que na verdade desmonta toda a estrutura do Estado brasileiro, e contra a chamada PEC Emergencial (PEC 186) que cria gatilhos automáticos para cortar salários de servidores e outros gastos toda vez que o pagamento da dívida exigir mais recursos.
  • Grupos ligados aos direitos humanos defendem a continuidade do auxílio emergencial para minorar o desespero de quase 100 milhões de brasileiros e brasileiras que estão desamparados e desempregados.
  • Outros ainda se mobilizam em defesa do meio ambiente, devastado sem o menor escrúpulo principalmente pela atividade de mineração de agricultura de exportação.
  • Temos que mencionar ainda os que lutam contra os elevadíssimos juros de mercado praticados no Brasil, que levam milhões de empresas de todos os ramos à falência, agravam o desemprego e amarram toda a economia.

O que muitos ainda não perceberam é que todos esses ataques fazem parte de um mesmo jogo que impede o desenvolvimento socioeconômico e privilegia os bancos e os gastos financeiros com a chamada dívida pública.

Essa dívida tem crescido de forma explosiva devido a mecanismos como a Bolsa-Banqueiro que remunera a sobra de caixa dos bancos e provoca a elevação dos juros de mercado. E é justamente o crescimento explosivo da dívida pública que tem sido usado para justificar o desmonte do Estado, os cortes de gastos sociais, as privatizações, as contrarreformas, a elevação dos juros etc.

Assim, apesar de existirem muitas lutas contra esses ataques, temos perdido feio esse jogo, pois temos lutado separadamente.

Precisamos avançar a percepção de que está tudo interligado ao mesmo modelo econômico errado aplicado no Brasil, o qual tem possibilitado o roubo de nossas riquezas e impedido o nosso desenvolvimento socioeconômico.

Tendo em vista que todos esses ataques fazem parte de um único e mesmo jogo, a nossa luta deve ser coletiva e conjunta, unindo e fortalecendo todas as pautas de interesse social.

É necessário que haja união de todas as frentes de luta para que possamos somar nossas forças para enfrentar esse sistema que só tem beneficiado o poder econômico, enquanto prejudica o povo e a economia do país.

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas!
#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Semana 15

JUROS ALTOS AMARRAM O BRASIL #ÉHORADEVIRAROJOGO

A prática de juros de mercado elevadíssimos são o fator que mais amarra o funcionamento da economia brasileira. Enquanto a maioria dos países praticam, há vários anos, juros próximos de zero ou até negativos, no Brasil os juros sobre empréstimos são extorsivos e têm levado inúmeras empresas à falência, sacrificando também as famílias que precisam acessar crédito. Enquanto a taxa básica Selic está em apenas 2% ao ano, os juros incidentes sobre cheque especial superam 120% ao ano e no caso do cartão de crédito estão acima de 250% ao ano, e já estiveram muito acima disso!

Juros altos impedem a circulação dos recursos na economia e impedem investimentos geradores de emprego e renda, aprofundando o cenário de escassez que não tem nada a ver com a abundância que existe no Brasil.

Vários argumentos mentirosos têm sido ditos para justificar os elevados juros de mercado praticados no Brasil, em especial a alegação de que brasileiros não fazem poupança. Na realidade, temos atualmente cerca de R$ 1,7 trilhão disponíveis para empréstimos!

O problema é que os bancos preferem depositar essa sobra de caixa no Banco Central e receber a remuneração diária garantida, em vez de emprestar à sociedade, o que só fazem a juros extorsivos!

Essa remuneração diária aos bancos é extremamente nociva para toda a economia do país e, ainda por cima, sangra os cofres públicos, pois essa remuneração injustificada aos bancos é paga com recursos do Tesouro Nacional.

Veja mais informações no vídeo 15 da campanha e na brilhante palestra proferida pelo Prof. Ladislau Dowbor sobre os elevados juros praticados no Brasil.

Precisamos unir a sociedade para exigir juros baixos, como no resto do mundo, e interromper imediatamente essa BOLSA BANQUEIRO! Para isso o PL 3.877/2020, que visa sacramentar tal operação e, ainda por cima, deixá-la sem limite, precisa ser derrotado na Câmara dos Deputados.

Com um simples clique você pode enviar mensagem para líderes na Câmara dos Deputados, conforme modelo de carta conjunta que preparamos, disponível em https://pauloghiraldelli.com.
Contamos com você!

Semana 14

TRABALHADORES E TRABALHADORAS PAGAM A CONTA DA CRISE #ÉHORADEVIRAROJOGO

O desemprego e o subemprego bateram recorde em 2015 (https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2016/11/25/desemprego-atingiu-28-milhoes-de-pessoas-a-mais-em-2015-segundo-ibge.htm ) por causa da crise que desde então vem afetando gravemente toda a economia brasileira.

Vocês se lembram que o PIB despencou cerca de 7% em apenas 2 anos (2015-2016), milhões de empresas fecharam e, como sempre, a conta da crise foi transferida para a classe trabalhadora de várias formas?

Além de perder empregos, ser submetida a reduções salariais e jogada na informalidade, a classe trabalhadora perdeu inúmeros direitos, pois aquela “crise” tem servido de justificativa para as diversas contrarreformas (Trabalhista, da Previdência e agora a Administrativa – PEC 32).

A sociedade como um todo também tem sido sacrificada com a precariedade da prestação dos serviços públicos, porque aquela “crise” também serviu de justificativa para a aprovação do “Teto de Gastos”, a Emenda Constitucional 95. Na verdade, a EC 95 congelou apenas os gastos com a estrutura do Estado e os serviços públicos prestados à população, deixando livres, sem controle ou limite algum os gastos financeiros com a chamada dívida pública que nunca foi auditada como manda a Constituição!

As privatizações contínuas do nosso patrimônio estratégico e lucrativo, como por exemplo: ativos da Petrobrás; Correios; Eletrobras etc; também têm sido justificadas por aquela “crise”, trazendo um prejuízo enorme à população, que perde patrimônio público, vê serviços encarecerem e assistem à irresponsabilidade do setor privado como nos crimes cometidos pela Vale em Mariana e Brumadinho, o apagão no Amapá, entre muitos outros.

E afinal, qual foi a causa daquela “crise”? A análise dos dados oficiais prova claramente que aquela CRISE FOI FABRICADA PELA POLÍTICA MONETÁRIA DO BANCO CENTRAL. Você precisa entender disso porque você está pagando essa conta. Assista: https://youtu.be/XEe_HqbklwM

A responsabilidade do Banco Central na produção daquela crise é imensa, como mostra o citado vídeo, e o mais grave é que em vez de interromper e punir a operação que remunera diariamente a sobra de caixa dos bancos, o PL 3.877/2020 quer “legalizá-la” e, ainda por cima, deixá-la sem limite ou parâmetro algum, à vontade dos bancos! Faça a sua parte e envie mensagem para líderes na Câmara dos Deputados. Aqui (https://pauloghiraldelli.com) tem uma carta conjunta que preparamos e você pode enviar com um clique e ajudar a barrar esse projeto que está na contramão da solução do emprego e renda no Brasil.

Semana 13

UMA ÚNICA OPERAÇÃO É CAPAZ DE DAR UMA BOA VIRADA NO JOGO – NÃO À BOLSA BANQUEIRO SEM LIMITE E SEM CAUSA

Os juros de mercado são o fator que mais amarra o funcionamento da economia brasileira. Imagine o que aconteceria se, ainda hoje, os bancos passassem a oferecer empréstimos a juros baixíssimos – próximos de zero, como em quase todos os demais países – para as empresas e famílias?

As empresas que estão quebrando por falta de crédito parariam de quebrar e passariam a expandir suas atividades, contratando mais pessoas, gerando emprego e renda. As famílias poderiam realizar seus sonhos de casa própria, ou realizar outros investimentos necessários, ativando a economia. Os cofres públicos arrecadariam mais, pois toda a economia seria reativada e, como sabem, existe tributo embutido em todas as operações.

Portanto, a redução dos juros e a oferta de empréstimo barato reativaria toda a economia e todos seriam beneficiados! Só de reduzir os juros a patamares próximos de zero, como na maioria dos outros países, já teríamos uma boa virada no jogo do modelo econômico injusto que atua no Brasil, que se fundamenta na escassez de moeda, quando na realidade existe cerca de R$ 1,7 trilhão de poupança da sociedade depositada nos bancos, disponível para empréstimos.

Então, por que isso não está acontecendo?

Simplesmente porque os bancos usam essa montanha de dinheiro, que sequer pertence a eles, para depositar no Banco Central e ganhar juros diários, às nossas custas, porque esses juros são arcados pelo Tesouro Nacional!

E mais: essa remuneração aos bancos é ILEGAL! Em plena pandemia, em vez de interromper essa operação ilegal, que custou R$ 1 trilhão nos últimos 10 anos; foi a principal responsável pela produção da crise que enfrentamos desde 2014 (ver) e amarra toda a economia brasileira, o PL 3.877/2020 do senador Rogério Carvalho (PT/SE) quer legalizar essa BOLSA BANQUEIRO escandalosa aos bancos, e, ainda por cima, deixá-la sem limite ou parâmetro algum!

Por isso precisamos pressionar os líderes de todos os partidos na Câmara dos Deputados(as) para REJEITAR O PL 3.877/2020, pois esse projeto impede a redução dos juros de mercado e a recuperação da economia. #ÉHORAdeVIRARoJOGO

Acesse aqui os endereços eletrônicos dos líderes e envie mensagem .

Semana 12

QUAL É O PROJETO DESTE GOVERNO? DESTRUIR O ESTADO E TRANSFERIR DINHEIRO DO ORÇAMENTO PÚBLICO SEM LIMITE PARA BANCOS

É isso que está na PEC 32 e nos projetos de lei PL 3.877/2020, PL 9.248/2017, PLP 19/2019 e PLP 112/2019.

A PEC 32 leva à destruição da estrutura do Estado e à abertura para grandes negócios privados, deixando a população refém, sem os serviços públicos e pagando custos elevadíssimos, como ficou evidente agora com o apagão no Amapá. Privatização é isso! Já imaginaram o que estaria acontecendo se a Eletrobras já tivesse sido privatizada? Veja Carta Aberta  enviada a Paulo Guedes, até hoje sem resposta! PEC 32 for aprovada, todo o serviço público de saúde, educação etc. será sucateado e privatizado! (leia “GRANADA” NO BOLSO DOS SERVIDORES EXPLODE COM A PEC 32”)

Por sua vez, o conjunto de projetos de lei PL 3.877/2020, PL 9.248/2017, PLP 19/2019 e PLP 112/2019 tratam da transferência de dinheiro do orçamento público SEM LIMITE para bancos, como temos explicado nos capítulos da novela ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS

Isso se dá por meio dos mecanismos de política monetária suicida operados pelo Banco Central, que tem funcionado como uma correia de transmissão, para os bancos, do dinheiro que deveria ser aplicado na estrutura do Estado e nos serviços públicos prestados à população.

O mecanismo mais escandaloso é a remuneração diária da sobra de caixa dos bancos que vem sendo feita há décadas de forma ilegal, como um overnight ! Em vez de interromper essa farra, essa parafernália de projetos visa legalizar o esquema, mediante a criação da figura dos “Depósitos Voluntários Remunerados”.

Com essa farra, os bancos irão depositar o que quiserem no Banco Central e o Banco Central ficará obrigado, por lei, a remunerar esses depósitos diariamente, SEM LIMITE! Enquanto todos os gastos com a manutenção do Estado e direitos sociais têm sido submetidos a rigoroso teto desde a aprovação da Emenda Constitucional 95/2016, para dar dinheiro a bancos, NÃO TEM LIMITE!

Além de representar rombo de R$ 1 trilhão nos últimos 10 anos, essa operação de remuneração da sobra de caixa dos bancos é a responsável pelos altíssimos juros de mercado no Brasil, sacrificando toda a economia real, as famílias que necessitam de crédito, e levando milhões de empresas à falência, aumentando o desemprego!

Outros mecanismos de política monetária igualmente indecentes, como o swap cambial, têm gerado dezenas de bilhões aos cofres públicos. Por isso, os projetos PLP 19/2019 e 112/2019 querem que o Banco Central seja privatizado, entregue de vez nas mãos dos grandes banqueiros comandados pelo BIS!

Pressione parlamentares para rejeitar a PEC 32 e os projetos de lei PL 3.877/2020, PL 9.248/2017, PLP 19/2019 e PLP 112/2019. #ÉHORAdeVIRARoJOGO

Semana 11

BANCOS FOGEM DA AUDITORIA E APROFUNDAM O SISTEMA DA DÍVIDA – PL 3.877/2020

Na semana anterior explicamos o funcionamento do Sistema da Dívida (Vídeo aqui) e denunciamos para que tem servido a chamada dívida pública no Brasil (Vídeo aqui) .
Esperamos que vocês tenham assistido aos vídeos que divulgamos, para que possam compreender a tentativa de FUGIR DA AUDITORIA, APROFUNDANDO O SISTEMA DA DÍVIDA, que vamos denunciar nesta semana na campanha É HORA DE VIRAR O JOGO.

Diante da grande popularização da necessidade de realização da auditoria da dívida pública, com participação cidadã, a fim de interromper a utilização do endividamento público às avessas e corrigir a destinação desse instrumento para investimentos públicos de interesse da população, o poder financeiro aplica disfarces e tenta FUGIR DA AUDITORIA, APROFUNDANDO A ATUAÇÃO DO SISTEMA DA
DÍVIDA.

Assim, em vez de adotar a auditoria como uma rotina e corrigir a utilização do endividamento público para investimentos direcionados ao nosso desenvolvimento socioeconômico, o poder financeiro está aplicando novas formas de subtrair recursos públicos por meio de mecanismos que sequer são registrados como “dívida pública”, apesar de constituírem uma obrigação que se caracteriza como tal.

Vamos dar 2 exemplos dessa tentativa de FUGIR DA AUDITORIA E APROFUNDAR O SISTEMA DA DÍVIDA:
Um dos mecanismos mais perversos do Sistema da Dívida tem sido a remuneração da sobra de caixa dos bancos, que superou R$ 1,7 TRILHÃO em setembro/2020 e tem sido feita pelo Banco Central por meio do abuso das “Operações Compromissadas”, as quais utilizam títulos da dívida pública para justificar essa remuneração ilegal aos bancos. Dessa forma, R$1,7 trilhão da dívida interna federal atualmente corresponde a títulos públicos usados somente para remunerar a sobra de caixa dos bancos, com graves danos a toda a economia do país. Tratamos disso no Vídeo 14 da campanha.

Em vez de criminalizar essa utilização às avessas da dívida pública, o PL 3.877/2020, que está na pauta de HOJE NO SENADO, torna LEI OBRIGATÓRIA remunerar a sobra de caixa dos bancos! Essa remuneração parasita aos bancos passará a ser feita por meio da máscara do “depósito voluntário remunerado”: os bancos irão depositar o que quiserem e o Banco Central irá remunerar à vontade! Temos dinheiro sobrando pra isso?

Ocorre que essa obrigação legal de remunerar tais depósitos voluntários é uma obrigação equivalente à própria dívida pública, como dito até por economistas liberais que costumam defender privilégios para bancos (Ver artigo). Mas isso vai ficar escondido! Como dito até por liberais, esse disfarce é PEDALADA, CONTABILIDADE CRIATIVA E MASCARADA!

FRAUDE! Só não vê quem não quer, que está havendo uma tentativa de FUGIR DA AUDITORIA E APROFUNDAR O SISTEMA DA DÍVIDA! A realização da auditoria ficará ainda mais complexa, pois a obrigação sequer será registrada como DÍVIDA PÚBLICA, apesar de na prática configurar-se como tal, sem contrapartida alguma, pagando juros e causando todos os graves danos à economia do país!

Outra tentativa de FUGIR DA AUDITORIA E APROFUNDAR O SISTEMA DA DÍVIDA é o esquema da Securitização de Créditos, que está se espalhando como uma praga pelo país: Por meio desse esquema, os recursos públicos arrecadados são desviados durante o percurso pela rede bancária e sequer alcançarão os cofres públicos! Esse desvio corresponde a um pagamento – por fora dos controles orçamentários – da “dívida pública” gerada por esse esquema, que também não é registrada como DÍVIDA PÚBLICA, mas disfarçadamente de “venda de ativo”, mais uma vez dificultando a auditoria dessa dívida!

Com medo da auditoria, o poder financeiro cria esses mecanismos para se apropriar do fundo público e coloca diretamente na lei o desvio de recursos para bancos. Na tentativa de fugir da auditoria, tornam o Sistema da Dívida ainda mais perverso e opaco! #ÉHORAdeVIRARoJOGO

FAÇA A SUA PARTE! ENVIE MENSAGEM AOS SENADORES PARA QUE REJEITEM O PL 3.877/2020 e o PLP 19/2019. AQUI modelo de carta e lista de e-mails dos senadores(as).

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas!

#ÉHORAdeVIRARoJOGO

GOLPE NA AGENDA DO SENADO 03 de novembro, 2020

GOLPE NA AGENDA DO SENADO

Semana 10

POR QUE A DÍVIDA FICA COM A MAIOR PARTE?

Você já ouviu falar em Sistema da Dívida?

Esse é um termo criado por Maria Lucia Fattorelli para caracterizar a utilização do instrumento de endividamento público às avessas, para privilegiar bancos: o estoque da dívida cresce, porém, o dinheiro vaza diretamente para bancos, em vez de chegar aos cofres públicos e viabilizar investimentos de interesse da sociedade que irá pagar a conta.

Isso acontece por causa de vários mecanismos que privilegiam o desvio de recursos públicos para os bancos. A ferramenta que irá desmascarar esses mecanismos é a auditoria da dívida, por isso a proposta de auditoria é tão atacada pelos que defendem o mercado. A remuneração diária da sobra de caixa dos bancos pelo Banco Central é um exemplo de mecanismo que faz a transferência de dinheiro
público para os bancos. Estão querendo “sacramentar” essa remuneração, tornando lei obrigatória essa remuneração aos bancos, por meio do PL 3.877/2020, como tratamos em recente artigo TEMOS DINHEIRO SOBRANDO PARA DOAR AOS BANCOS?

O Sistema da Dívida opera por meio de várias engrenagens representadas pelo modelo econômico injusto; modificações das leis para privilegiar o sistema financeiro; sistema político a serviço dos privilégios financeiros; corrupção; grande mídia a seu favor, e os organismos internacionais ditando regras mundiais que favorecem o poder financeiro privado.

O BIS (“Banco de Regulações Internacionais”), instituição privada que se auto denomina banco central dos bancos centrais, subordina 129 dos bancos centrais do mundo e comanda as finanças mundiais em direção aos interesses dos bancos e suas grandes corporações, como aborda Lujan Miranda em artigo que conecta o Sistema da Dívida e o BIS Podemos mudar esse sistema! O conhecimento e a mobilização popular são a chave para exigirmos um modelo econômico mais justo e inclusivo.

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas!

#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Semana 09

“GRANADA” NO BOLSO DOS SERVIDORES EXPLODE COM A PEC 32

Durante a campanha É HORA DE VIRAR O JOGO temos divulgado a necessidade de modificar o modelo econômico errado que atua no Brasil, pois esse modelo é responsável pelo inaceitável cenário de escassez imposto à maioria da população, apesar das imensas riquezas e potencialidades do nosso país (vídeo 15)

O cenário de escassez tem sido fabricado continuamente por uma série de medidas econômicas, como mostramos em alguns vídeos da campanha (vídeo 10 e vídeo 13).

Nos últimos anos, estamos assistindo a aceleração de medidas nocivas à economia e à sociedade brasileira, como a implementação do teto de gastos sociais (EC-95), a aprovação das contrarreformas Trabalhista e da Previdência, além das insanas privatizações de patrimônio público estratégico e lucrativo, entre outras.

Tais medidas estão todas justificadas na “CRISE FABRICADA” (vídeo 12) que derrubou o PIB em cerca de 7% nos anos de 2015/2016, quebrou milhões de empresas e vem, desde então, mantendo alto índice de desemprego.

A bola da vez é a chamada REFORMA ADMINISTRATIVA, conforme proposta apresentada pelo atual governo ao Congresso Nacional, denominada PEC 32, também justificada por essa “crise” iniciada em 2014.

Você já percebeu a relação entre a CRISE FABRICADA pela política monetária suicida do Banco Central e essa proposta de “Reforma Administrativa”? Convidamos você a assistir o VÍDEO 16 da campanha, no qual falamos disso. Assista também uma Live que realizamos sobre essa PEC 32. 

Esse processo só tem favorecido Bancos e grandes corporações, que lucraram com os mecanismos que fabricaram a “crise” e estão ganhando ainda mais com as medidas adotadas para “contornar” a crise.

A PEC 32 abre espaço para privatizar TUDO, como quer Paulo Guedes, e para demitir com facilidade a maioria dos servidores públicos, detonando assim a “granada” que Paulo Guedes declarou já ter colocado em seus bolsos.

O problema é que a maior prejudicada com esse desmonte do Estado será a população, que ficará sem os serviços públicos gratuitos e universais, porque o mercado não trabalha de graça! Por isso, É HORA DE VIRAR O JOGO!

Precisamos organizar uma grande mobilização social consciente para virar esse jogo e garantir vida digna para todos os brasileiros e brasileiras. Acesse todo o material da campanha, convide seus sindicatos, associações e movimentos sociais para participar e divulgar essa iniciativa.

Semana 08

O MODELO ECONÔMICO ERRADO PRODUZ ESCASSEZ

Lembra do que falamos antes? O Brasil é riquíssimo e o cenário de escassez é fabricado!

O cenário de escassez é produzido pelo modelo econômico aplicado no Brasil e os principais eixos que sustentam esse equivocado modelo são os seguintes:

– Sistema da Dívida, que usa o instrumento de endividamento público como um mecanismo de transferência de recursos públicos para bancos;

– Política monetária suicida praticada pelo Banco Central, que amarra a economia brasileira com a prática de juros altíssimos e falsa escassez de moeda provocada pelas operações compromissadas, que remuneram a sobra de caixa dos bancos;

– Modelo tributário regressivo, que faz com que os mais pobres paguem muitos tributos embutidos em tudo que consomem, enquanto os elevados lucros, fortunas, remessas ao exterior e produtos de luxo fiquem isentos e, em muitos casos, grandes corporações ainda recebem incentivos fiscais;

– Exploração mineral predatória e agronegócio voltado para exportação, garantindo os lucros de grandes corporações e deixando aqui somente o dano ambiental e a exploração da classe trabalhadora.

Entendeu? O cenário de escassez é fabricado por esse modelo econômico errado.

Sendo assim, a tarefa dos movimentos sociais é identificar o que é que está produzindo o cenário de escassez e modificar isso. Temos que nos unir e organizar para isso!

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas! Vamos nos unir!

#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Semana 07

O CENÁRIO DE ESCASSEZ É FABRICADO

O povo brasileiro tem sido submetido a um inaceitável cenário de escassez, embora a realidade brasileira seja de imensa riqueza e abundância, como já demonstramos.

Também vimos que o cenário de escassez é produzido pelo modelo econômico e implementado pelas diversas medidas adotadas. O cenário de escassez é fabricado para submeter a maioria da população e impedir o desenvolvimento socioeconômico do Brasil .

Porém, tem um setor que não é atingido pelo cenário de escassez e está sempre lucrando muito: os bancos! Isso acontece porque um dos principais pilares do modelo econômico atual é a política monetária suicida praticada pelo Banco Central.

O Banco Central está funcionando como uma correia de transmissão de recursos para bancos e aumenta a dívida interna em trilhões. TEMOS DINHEIRO SOBRANDO PARA ISSO?

Essa remuneração é ilegal, por isso tentam aprovar a figura do “Depósito voluntário remunerado”.

Nesse modelo errado, falta dinheiro para os programas sociais urgentes mas sobra para dar aos bancos!

A calamidade social desencadeada pela pandemia do Coronavírus está escancarando ainda mais o privilégio do setor financeiro e a escassez imposta às pessoas.

Se liga!

– BANCOS já receberam R$1,2 trilhão no início da pandemia (dia 23/03/2020) e irão ganhar mais alguns trilhões com a Emenda Constitucional nº 106 (PEC 10), além de tudo que já ganham com a remuneração diária de sua sobra de caixa e outros mecanismos do Sistema da Dívida, como os escandalosos contratos de Swap “cambial”.
Enquanto isso…
– TRABALHADORES INFORMAIS E DESEMPREGADOS terão direito a um auxílio emergencial de apenas R$ 600 ao mês!

É evidente que o cenário de escassez É FABRICADO e atinge a maioria da população, enquanto nossas riquezas são desviadas para poucas corporações.

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas!
#ÉHORAdeVIRARoJOGO

Semana 06

É EVIDENTE QUE HÁ ALGO ERRADO NESSE JOGO

Você ainda deve estar se perguntando:

– Se somos tão ricos e possuímos imensas potencialidades em todos os sentidos, precisamos responder a diversas questões que mostram a falta de coerência e lógica do modelo atual, por exemplo:

Que crise é essa que temos enfrentado desde 2015, e os bancos continuam batendo recordes de lucros de muitos bilhões? [Aguardem! O vídeo 12 da campanha vai tratar da “Crise Fabricada”]

– Por que o serviço público vem sendo tão desprezado e atacado por meio da PEC 32/2020 , se é justamente esse serviço que atende à população?

– Por que privatizamos nossas empresas públicas estratégicas e lucrativas como a Eletrobras e a Petrobras, portos, aeroportos, estradas, e agora já se fala até em privatizar as florestas, a Casa da Moeda e o Banco do Brasil, como tratamos em Carta Aberta ?
– Por que entregamos a exploração das nossas riquezas minerais para empresas estrangeiras que deixam aqui somente o dano ambiental ?

– Por que nossas indústrias estão fechando e provocando tanto desemprego?

– Por que cortar os direitos das pessoas com reformas, como a da Previdência, a Trabalhista e a Administrativa?

– Por que, em plena pandemia, vários trilhões de reais são destinados aos bancos por meio da Emenda Constitucional 106 e outras medidas adotadas pelo Banco Central, enquanto para as pessoas carentes apenas um auxílio inferior ao salário mínimo, no valor de R$ 600,00, e que já foi rebaixado para R$300,00?

É obvio que muita coisa está errada, e o nosso povo está muito sacrificado, porém, nós podemos nos unir e lutar para sair desse cenário de escassez.

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas!

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Semana 05

CAMPANHA AVANÇA COM AÇÕES CONCRETAS QUESTIONANDO AS PRIVATIZAÇÕES E A REFORMA ADMINISTRATIVA

Desde o lançamento da campanha É HORA DE VIRAR O JOGO, temos produzido diversos materiais para mostrar a realidade de imensas riquezas e possibilidades do nosso país, contrastando com o cenário de escassez em que se encontra a maioria da população brasileira, e o enorme atraso em nosso desenvolvimento socioeconômico.

Essa disparidade decorre do modelo econômico errado que atua no Brasil, o qual tem sido implementado, na prática, por meio das contrarreformas (como a Trabalhista e a da Previdência que já foram aprovadas, e a atual PEC 32/2020, da Reforma Administrativa), assim como por meio das Privatizações do nosso patrimônio estratégico e lucrativo; da política monetária suicida praticada pelo Banco Central; do Sistema da Dívida e demais eixos que sustentam esse modelo errado que precisamos modificar, como temos abordado (Leia mais) e demais materiais da campanha.

A campanha É HORA DE VIRAR O JOGO ganha concretude com ações adotadas para questionar o modelo atual e exigir a mudança de rumos.

Na última sexta-feira foi protocolada a Carta Aberta que questiona o Ministro da Economia Paulo Guedes sobre o que está por trás das privatizações. A carta  foi construída por trabalhadores das estatais em risco de privatização e apoiada por todas as entidades que já estão apoiando a campanha.

A próxima ação concreta será o questionamento sobre a PEC 32/2020, que vai muito além de uma “Reforma Administrativa” e modifica completamente o papel do Estado que passará a atuar “nas sobras”, onde o setor privado não tiver interesse, tendo em vista a proposta de inclusão do princípio da subsidiariedade no Art. 37 da CF. Convidamos todas as entidades a participar da construção desse questionamento, enviando suas propostas para contato@auditoriacidada.org.br .

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Semana 04

NÃO ACEITAMOS O CENÁRIO DE ESCASSEZ

Agora que já sabemos da nossa imensa riqueza, você não acha que o Brasil deveria estar em outro patamar de desenvolvimento socioeconômico, com pleno emprego, amplo acesso a serviços públicos de qualidade e vida digna para todas as pessoas?

E por que isso não está acontecendo?

Infelizmente, a extrema pobreza chegou a 13,5 milhões de pessoas em 2018, antes do coronavírus. E agora, diante da pandemia, mais de 90 milhões de pessoas estão se habilitando para receber o auxílio emergencial de R$300, sendo que cerca de 65 milhões já estão recebendo. A pandemia, na verdade, só está evidenciando a dramática desigualdade social e as consequências da falta de investimentos públicos.

Essa situação decorre do modelo econômico errado, voltado para a produção da escassez, em vez de impulsionar a distribuição justa da abundância de recursos.

O cenário de escassez pode ser evidenciado em diversas medidas econômicas que ao mesmo tempo cortam, congelam e reduzem a possibilidade de investimentos sociais e na estrutura do Estado, porém, privilegiam o gasto financeiro e o Sistema da Dívida com vários trilhões de reais, por exemplo:

– o ajuste fiscal e sucessivos cortes orçamentários que culminaram com a fixação do teto de gastos sociais e os destinados à estrutura do Estado por 20 anos (Emenda Constitucional 95), deixando os gastos com a dívida fora do teto e sem limite algum;

– as contrarreformas que reduzem, adiam e até extinguem direitos sociais, para que sobrem mais recursos para pagar a dívida;

– o gasto de dinheiro do BNDES para financiar as privatizações insanas, em vez de priorizar os investimentos públicos geradores de emprego e renda;

– a remuneração da sobra de caixa dos bancos pelo Banco Central, que aumenta o lucro dos bancos enquanto gera escassez de moeda em circulação e encarece os juros pagos pela sociedade;

– diversas modificações legais, como a Emenda Constitucional 106, que autoriza destinação de trilhões de reais de dinheiro público para a compra de papel podre de bancos pelo Banco Central.

Por isso, apesar das imensas riquezas existentes no Brasil, a maior parte da população brasileira vive na pobreza e até miséria absoluta.
É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas!  Vamos nos unir!

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Semana 03

A RIQUEZA DEVE BENEFICIAR TODAS AS PESSOAS

Além das imensas riquezas naturais existentes no Brasil, também possuímos grande volume de riquezas  financeiras: há vários anos temos mantido mais de R$ 4 Trilhões no caixa do Tesouro Nacional, do Banco Central e em Reservas Internacionais.

Adicionalmente, podemos aumentar a nossa arrecadação tributária com a cobrança de impostos sobre:
grandes fortunas;
lucros distribuídos aos banqueiros e grandes empresários,
– remessas para o exterior, entre outras medidas.

E mais: podemos cobrar a Dívida Ecológica atual e histórica, da qual somos credores.

Com essa riqueza toda, era para estarmos em patamar de desenvolvimento socioeconômico invejável há muito tempo.

No entanto, o cenário é de crise geral, caracterizada por: desindustrialização; queda da atividade comercial; desemprego recorde; perdas salariais; perdas de direitos devido às contrarreformas; entrega de patrimônio por meio de privatizações obscuras e até sucessivos encolhimentos do PIB.

Só os bancos seguem batendo recordes de lucros, apesar da crise que desde 2015 abala a economia brasileira.

É HORA DE VIRAR O JOGO, para que as riquezas e a abundância que existem no Brasil cheguem à vida de todas as pessoas!
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Semana 02

O BRASIL É O PAÍS DA ABUNDÂNCIA

Para entendermos como podemos virar esse jogo é necessário estarmos cientes das nossas imensas possibilidades.

O Brasil é o país da abundância, com riquezas impressionantes, sob todos os aspectos!

Temos petróleo, nióbio e diversos minerais estratégicos; a maior reserva de água doce do planeta; grande extensão de terras agricultáveis; clima favorável; ricas florestas, cerrados, praias; todas as matrizes energéticas; riqueza humana e cultural impressionantes, além de outras riquezas financeiras que comentaremos na próxima publicação.

A realidade brasileira é de extrema abundância em todos os sentidos. Paradoxalmente, vivemos em inaceitável cenário de escassez. Faltam recursos para investimentos estratégicos e para o atendimento aos direitos sociais básicos.

Desde 2015, enfrentamos crises econômica, financeira, social, ambiental, política e ética; contínuas privatizações de patrimônio público e brutal retrocesso decorrente de contrarreformas que retiram as poucas conquistas alcançadas pela classe trabalhadora.

Com a pandemia do coronavírus, essas crises se agravaram e a situação atual é de verdadeira calamidade social.

Precisamos desmascarar o que separa a realidade de abundância do cenário de escassez, a fim de adotar as medidas necessárias para redirecionar os rumos e garantir o nosso desenvolvimento socioeconômico.

É HORA DE VIRAR O JOGO, para que as riquezas e a abundância que existem no Brasil cheguem à vida de todas as pessoas!
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Semana 01

Estamos perdendo feio esse jogo

Todos nós, brasileiros e brasileiras, temos sido submetidos a um jogo só, um único tabuleiro, onde as peças do jogo correspondem às diversas medidas econômicas que implementam o cenário de escassez.

Essas medidas prejudicam as pessoas e toda a economia do país, ao mesmo tempo em que alimentam os privilégios da chamada Dívida Pública, que consome cerca de 40% do dinheiro do orçamento federal todo ano e nunca foi integralmente auditada, apesar das diversas ilegitimidades e ilegalidades históricas, comprovadas até por Comissões do Congresso Nacional.

Até o Tribunal de Contas da União (TCU) já declarou que a dívida pública não tem servido para investimentos no país.

Nesse jogo só um lado dá as cartas: o sistema financeiro!

Todas as peças desse tabuleiro representam projetos que retiram recursos de áreas essenciais, exterminam direitos sociais, acabam com políticas de combate à desigualdade socioeconômica e promovem a devastação ambiental, destinando montanhas de dinheiro público para os grandes bancos privilegiados e suas corporações.

Mas você sabia que podemos mudar esse jogo?

Vamos utilizar o conhecimento e a mobilização popular para exigirmos um modelo econômico mais justo e inclusivo!

É HORA DE VIRAR O JOGO para alavancar o nosso desenvolvimento socioeconômico com respeito ao ambiente e garantia de vida digna para todas as pessoas! Vem com a gente!

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