BC dos EUA mantém juros entre 3,5% e 3,75% ao ano pela 5ª vez seguida
Em uma decisão que contou ampla maioria, o Federal Reserve (Fed) – Banco Central dos Estados Unidos – optou, pela quinta vez consecutiva, em manter a taxa de juros de referência da economia norte-americana no intervalo entre 3,5% e 3,75% ao ano.
Segundo reportagem do portal de notícias UOL, a decisão teve três dos 12 diretores votantes favoráveis à alta de juros, superados pela ampla maioria, apesar das preocupações com o nível de inflação acumulada nos últimos 12 meses, de 3,5% (até junho deste ano).
O FED tem o chamado “duplo mandato”, ou seja, o compromisso não somente com o controle da inflação, mas também com o nível de emprego.
Segundo a análise da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD), a política de juros dos EUA, revela um modelo econômico diametralmente oposto ao que é aplicado pelo Banco Central do Brasil (BC), com altas taxas, e cujo resultado induz à escassez, miséria e atraso, o que não combina com a abundância e a riqueza existente em nosso país, revelando a necessidade de ‘virar esse jogo’ .
Em alguns países, inclusive, a taxa de juros é negativa, como revela o ranking de juros reais publicado no site Clube dos Poupadores:
Enquanto o Brasil é o campeão mundial de taxa de juros básica real (ou seja, já descontada a inflação), com 9,18% ao ano – decorrente da Selic de 14,25% e inflação de 4,64% nos últimos 12 meses, superando até mesmo a Rússia (em guerra) e a Turquia – os países desenvolvidos praticam essa taxa quase zerada ou até negativa: 0,24% nos Estados Unidos, -0,49% NEGATIVOS na Zona do Euro e -0,69% NEGATIVOS no Japão.
https://clubedospoupadores.com/ranking-juros-reais
Veja a reportagem completa do UOL
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