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Por meio de seu canal no Instagram, a Associação de Servidores de Carreira de Especialista em Meio Ambiente de São Paulo e do Paraná (Ascema SP/PR) repercutiu recente declaração de Daniella Marques, a coordenadora da área econômica da campanha do candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), durante o 25º Fórum Empresarial do Grupo Lide e foi publicada pela VEJA, em 21 de agosto de 2026.

A economista citou uma das propostas da campanha, de redução do número de ministérios, dos atuais 38, para algo entre 20 e 25, além de promover o “enxugamento” de estatais.

Segundo a Ascema SP/SP, a mudança pode ir além dos ministérios, afetando diretamente o serviço público, em um eventual governo do candidato. A análise tem como base outra afirmação de Daniella no mesmo evento, em que propõe “a reavaliação de carreiras operacionais que, segundo ela, teriam se tornado ociosas em função do avanço da Inteligência Artificial (AI), como parte de uma estratégia para reduzir o tamanho da máquina pública”.

Confira a íntegra da publicação.

https://www.instagram.com/p/DeNJe5dogMO/?stkn=NzJ2NmY1MDBsaHNj

A Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) atua na defesa do serviço público, contra a chamada “Reforma Administrativa”, apresentada como modernização do Estado, mas cujo propósito é bem diferente. Por isso, a ACD criou o folheto “Reforma Administrativa ou Desmonte?”.

O objetivo é desmascarar a PEC 38/2025, proposta que já tramita no Congresso Nacional e abre caminho para as privatizações, o fim da estabilidade, a redução de concursos e a precarização de áreas como saúde, educação e assistência.

O que está bem diante de nossos olhos é, na verdade, uma contrarreforma administrativa, com o serviço e servidor público “em sua na mira”!

Confira:

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