3 de julho: Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial

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Você sabia que o Brasil é o país mais miscigenado do mundo?

A informação tem como base um estudo genético em larga escala e que foi publicado pela renomada revista Science, em 15 de maio de 2025, em que foram analisados os genomas de milhares de brasileiros, e o resultado confirmou a nossa nação como a de maior diversidade e miscigenação genética do planeta.

E é essa ‘mistura maravilhosa’ que nos torna tão especiais, únicos e reconhecidos como o povo mais acolhedor e feliz do planeta.

Porém, ainda convivemos com o racismo estrutural – resultado de nossa triste história de escravidão, desde os tempos coloniais, e que ainda perdura nos campos e nos meios urbanos.

Há também outras formas de preconceitos raciais, como o ‘racismo institucional’ – aquele que ocorre veladamente (ou não!) no mercado de trabalho, na saúde pública, na educação, na segurança e na justiça, onde, muitas vezes, ‘o tom da pele, sua etnia ou local onde vive funcionam como filtros’ que definem quem tem mais ou menos direitos e privilégios.

Um absurdo!

Por isso, neste 3 de julho, data oficializada no Brasil como “O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial”, a Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) faz questão de repudiar toda e qualquer forma de discriminação, mas reforça que a luta tem que ‘ser todos os dias’!

O primeiro passo rumo aos direitos sociais universais é o reconhecimento de que todos somos iguais e dignos de respeito.

Convidamos você a se juntar à Campanha Nacional por Direitos Sociais, iniciativa da ACD com o objetivo articular e fortalecer as diversas lutas sociais por direitos, tendo em vista as fortes restrições orçamentárias impostas pelo “arcabouço fiscal” aos Direitos Sociais, enquanto se mantém a prioridade aos imensos gastos com o Sistema da Dívida.