31 de março: 61 anos do golpe militar que mergulhou o Brasil em mais de duas décadas de violência, censura e supressão de direitos

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Hoje, lembramos um capítulo sombrio da nossa história que deixou cicatrizes profundas e que até hoje exige memória, verdade e justiça. Durante a ditadura militar, milhares de brasileiros foram presos, torturados e mortos por lutarem por liberdade e democracia. A recente conquista do Oscar pelo filme Ainda Estou Aqui ressalta essa denúncia histórica e nos lembra que a luta pela verdade não pode ser apagada.

Além das graves consequências políticas e sociais, a ditadura militar deixou um legado econômico desastroso. Em 1964, a dívida externa brasileira era de aproximadamente US$ 3,2 bilhões; ao final do regime, em 1985, esse valor saltou para mais de US$ 105 bilhões, um aumento de mais de 32 vezes. Esse endividamento maciço, sem a devida transparência e auditoria, lançou as bases para a crise da dívida que ainda impacta o país. A ausência de uma auditoria cidadã da dívida perpetua um ciclo de pagamentos questionáveis que comprometem investimentos essenciais em áreas como saúde, educação e infraestrutura (Fonte: https://auditoriacidada.org.br/conteudo/corrupcao-e-divida-publica-no-periodo-militar-1964-1985/).

Em tempos em que se discutem anistias a golpistas que atentaram contra a democracia no fatídico 8 de janeiro, reforçamos nosso compromisso com a Constituição Federal, com a defesa de todos os direitos nela garantidos, e com a construção de um Estado verdadeiramente democrático.

Para que nunca mais voltemos a este período, a Campanha Nacional por Direitos Sociais apela: SEM ANISTIA PARA GOLPISTAS!

#DitaduraNuncaMais #DemocraciaSempre #AindaEstouAqui #CampanhaNacionalPorDireitosSociais #Semanistiaparagolpistas