Autocrática, antidemocrática e perversa são características da gestão Serviço Social e Reabilitação Profissional no INSS
Mais uma vez, de forma autocrática, antidemocrática e perversa com os(as) trabalhadores(as) e com a população que busca o direito ao Serviço Social e Reabilitação Profissional, a gestão técnica do INSS, constrói e publica a Portaria n.º DIRBEN/INSS n.º 1.264, de 24 de março de 2025, impondo uma rotina de trabalho que retira direitos básicos dos servidores, desrespeita a autonomia técnica dos profissionais, inviabiliza o atendimento da população com as demais ações destes serviços, como exemplo, a socialização de informações previdenciárias e assistenciais.
As metas de produtividade no INSS visam extinguir a jornada de trabalho, precarizar e intensificar o trabalho dos(as) servidores(as). Para o Serviço Social e Reabilitação Profissional, como materializa a portaria, é a extinção destes serviços, transformando os(as) assistentes sociais em avaliadores sociais.
Além disso, trará enormes prejuízos a população, como afirmado no relatório da auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que comprova aumento expressivo de indeferimentos indevidos de benefícios no INSS.
Para os(as) assistentes sociais, a situação é ainda mais grave, por FERIR UM DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO CÓDIGO DE ÉTICA DO(A) ASSISTENTE SOCIAL: “Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional”. Medidas que têm sido construída e implementadas de forma assediosa por gestores assistentes sociais do INSS.
Os trabalhadores e trabalhadoras do Serviço Social e da Reabilitação Profissional estão no limite! Chega de assédio moral institucional no INSS!
💪 Orientamos que, em situações de assédio, os servidores busquem os sindicatos estaduais e denunciem no MPT e outros órgãos de defesa!
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