Baixe o folheto da ACD sobre a Reforma Administrativa e veja o que está por trás deste golpe no serviço público

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A chamada “Reforma Administrativa” é apresentada como modernização do Estado, mas o folheto da Auditoria Cidadã da Dívida revela um cenário bem diferente: trata-se de um projeto que pode desmontar serviços públicos essenciais e fragilizar o funcionalismo. A proposta (PEC 38/2025) abre caminho para privatizações, fim da estabilidade, redução de concursos e precarização de áreas como saúde, educação e assistência.

Por trás desse processo, não estão apenas decisões internas. O material evidencia a forte influência de organismos internacionais como Banco Mundial e BID, cujas diretrizes orientam o conteúdo da reforma. Esses agentes defendem cortes no chamado “gasto público” — especialmente com servidores e políticas sociais — enquanto ignoram o peso dos juros da dívida, que consomem grande parte do orçamento.

Essa agenda importada prioriza o mercado e submete o Estado a uma lógica que enfraquece direitos e a capacidade de atendimento à população. O resultado tende a ser mais desigualdade e menos acesso a serviços básicos.

Entender esses interesses é essencial. Baixe o folheto da ACD e veja por que essa reforma pode impactar diretamente a vida de toda a sociedade.

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