Corte de verba de prevenção contra impacto de chuvas em MG mostra que tragédia não é fatalidade, é escolha política.

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A denúncia do Jornal A Verdade escancara o que o poder público tenta esconder: as tragédias causadas pelas chuvas em Minas Gerais não são “naturais”. São resultado direto de anos de abandono das políticas de prevenção, moradia digna e proteção das populações mais vulneráveis.

Enquanto o povo perde casas, bens e até a própria vida, o governo de Zema desmontou a estrutura de prevenção, como mostra a reportagem, que utilizando como fonte dados da ACD:

“Em dois anos, o governador fascista Zema reduziu em 96% a verba de prevenção contra o impacto das chuvas em Minas Gerais, decaindo de R$ 135 milhões para R$6 milhões. De acordo com a Auditoria Cidadã da Dívida, o Governo Federal também cortou, em 2025, o equivalente a R$ 200 milhões do orçamento para prevenção de desastres ambientais. Além disso, o Poder Executivo deixou de aplicar cerca de 35% dos recursos já destinados à gestão de riscos e desastres, segundo dados do TCU”.

Chuvas fortes não são novidade. O que transforma chuva em tragédia é a falta de políticas públicas. Quando o Estado corta recursos, trava obras e ignora alertas técnicos, ele escolhe quem vai pagar o preço: o povo pobre, que mora em áreas de risco por falta de alternativa.

Não é desastre natural: é responsabilidade do governo Zema.

✊🏽 Sem orçamento para prevenção, há lucro para poucos e morte para muitos.