Dívida e Bets retiram recursos da economia e favorecem os grandes rentistas
O Sindifisco Nacional – que representa os auditores fiscais da Receita Federal – manifestou seu posicionamento favorável ao fim das “bets”, citando “uma estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), segundo a qual R$ 143,8 bilhões deixaram de circular no comércio, em dois anos, em decorrência das apostas.”
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De fato, é um valor significativo que deixa de estimular a produção e o emprego, levando a uma “perda estimada de R$ 17 bilhões a R$ 24 bilhões em ICMS no período”, conforme mostra também o Sindifisco. Tal situação ocasiona ainda um maior endividamento das famílias, beneficiando, mais uma vez, o setor rentista, composto por bancos e financeiras.
E se considerarmos o pagamento de juros e amortizações da dívida pública federal, de mais de R$ 2 trilhões por ano (recursos que poderiam e deveriam estar sendo direcionados para investimentos sociais), compreendemos como o Brasil poderia estar em um patamar de desenvolvimento muito mais elevado, com um outro modelo econômico.
Neste sentido, a Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) lançou a Campanha “É Hora de Virar o Jogo”.
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