O Brasil é território indígena e ancestral
A câmara de conciliação do Supremo Tribunal Federal (STF), que discute a Lei do Genocídio Indígena (14.701/2023), retoma na próxima quarta-feira, 26 de março.
O espaço, proposto pelo ministro Gilmar Mendes, tinha o objetivo de negociar a tese do marco temporal e agora quer institucionalizar a exploração em terras indígenas, liberar mineração e criminalizar retomadas.
Nós, do movimento indígena, nos retiramos da câmara de negociação em agosto de 2024, pois NÃO ACEITAMOS negociar nossos direitos. Nosso Marco é Ancestral. Sempre estivemos e estaremos aqui!
Apoie a luta dos povos indígenas aqui.
A Campanha Nacional por Direitos Sociais apoia o movimento indígena e pede para que nossos apoiadores compartilhem esta causa!