Relato do voluntário Douglas Soares sobre as atividades do Núcleo de Londrina

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Quando tomei contato pela primeira vez com o assunto da Dívida Pública, achei o tema importantíssimo, porém, muito complexo. Ao mesmo tempo, em que entendi a necessidade de conseguir apoio da população para essa causa. De cara, eu me identifiquei com o movimento e quis participar. Mas, me deparei com um desafio: como transmitir aquele conteúdo complexo de forma que as pessoas comuns pudessem rapidamente captar a ideia e aderir à causa? Isso porque entendo que um tema como esse, não pode ficar restrito ao meio acadêmico, intelectual, erudito e engajados das lutas sociais. Mas, ser discutido no dia-a-dia entre as pessoas simples, em suas casas, no trabalho, na rua, no ponto de ônibus, no boteco, em tudo quanto é lugar. Para assim, o movimento ter mais força de reivindicação. Desde então, tenho me esforçado em traduzir a mensagem numa linguagem de fácil entendimento e comunicação rápida da ideia. E nessa tarefa procuro substituir termos técnicos e do “economez” por palavras do cotidiano das pessoas simples para que possam entender e aderirem à causa, tomando o cuidado de não adulterar a mensagem original. Como precisamos do maior apoio possível, temos que levar esse conhecimento ao maior número possível de pessoas, e a maioria de nós tem dificuldade de entender aquela linguagem, como eu tive. Concordamos que o gráfico da pizza é o que mais comunica a ideia, por ser uma imagem. No entanto, eu achava que ele vinha carregado de muitas informações. Então, fiz algumas alterações no sentido de simplificá-lo e , impactar e chamar a atenção sobre o que se paga de divida contra o que se investe em educação e saúde. Temos tido retorno positivo quanto a elaboração do material, especialmente em relação ao gráfico.