ACD segue em mobilização permanente, contra a PEC 65 do Papel Podre

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Mesmo com as recentes notícias de que a Proposta de Emenda Constitucional 65/2023 (PEC 65) não deverá ser analisada pelo Senado Federal antes do pleito eleitoral de outubro deste ano, a Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) alerta os movimentos e entidades parceiras, bem como toda sociedade, a permanecerem mobilizados contra a aprovação.

Afinal, os trabalhos no Congresso Nacional seguirão ativos após o recesso de julho e diversas pautas têm entrado em votação, tanto na Câmara quanto no próprio Senado. E é de conhecimento público que a PEC 65 é objeto de fortes pressões externas (e internas).

Em seu mais recente artigo ao Jornal Extra Classe, a coordenadora nacional da ACD, Maria Lucia Fatorelli, fez uma análise profunda sobre a PEC 65 e os impactos extremamente negativos para a economia e a soberania brasileira.

Entre os pontos centrais, a possibilidade do Banco Central realizar a compra de papeis podres de bancos privados. Fatorelli citou um exemplo prático, se a norma estivesse em vigência:

“Se a PEC 65 já estivesse aprovada, o BC poderia ter adquirido bilhões de reais em papéis podres e créditos de carbono falsos emitidos pelo Banco Master”.

Enquanto o Brasil enfrenta desafios econômicos urgentes, avança no Senado a PEC 65/2023 — uma proposta que amplia ainda mais a autonomia do Banco Central, colocando em risco o interesse público e fortalecendo privilégios do sistema financeiro.

Para evitar mais este duro golpe, você pode ser cosignatário de uma carta que a ACD enviou a todos os senadores e senadoras, com esclarecimentos e solicitando que VOTEM NÃO À PEC 65. Participe, com apenas um clique.