(VÍDEO) ACD intensifica mobilização contra a PEC 65 do Papel Podre

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As informações de bastidores que surgem a partir do Congresso Nacional dão conta de que a PEC 65/2023, a chamada PEC do Papel Podre, está entre os primeiros ítens da agenda e poderá ser incluída na pauta do plenário do Senado Federal, logo após o término das eleições gerais deste ano de 2026.

A absurda proposta de emenda constitucional busca alterar a Constituição Federal para tornar o Banco Central (BC) INTOCÁVEL, ou seja, nenhum dos poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário ou Ministério Público) poderá questionar suas decisões ou exercer qualquer tipo de controle ou supervisão. Assim, o BC ficará entregue, de vez, ao mercado financeiro e a serviço de bancos nacionais e estrangeiros.

Por isso, a hora é de intensificar a mobilização, e a Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) está participando desta ação!

Em artigo publicado no mês de julhos, no Jornal Extra Classe, a coordenadora nacional da ACD, Maria Lucia Fatorelli, fez uma análise profunda sobre a PEC 65 e os impactos extremamente negativos para a economia e a soberania brasileira.

Entre os pontos centrais, a possibilidade do Banco Central realizar a compra de papeis podres de bancos privados. Fatorelli citou um exemplo prático, se a norma estivesse em vigência:

“Se a PEC 65 já estivesse aprovada, o BC poderia ter adquirido bilhões de reais em papéis podres e créditos de carbono falsos emitidos pelo Banco Master”.

A ACD também criou um folheto com dados que demonstram o quanto a PEC 65 será prejudicial ao país, impactando as já nocivas politicas de juros e, consequentemente, as gestões e serviços públicos. 

E, mais recentemente, Fatorelli falou sobre o tema, em um vídeo curto e altamente esclarecedor.

Vale a pena assistir:

E para evitar mais este duro golpe, você pode ser cosignatário de uma carta que a ACD enviou a todos os senadores e senadoras, com esclarecimentos e solicitando que VOTEM NÃO À PEC 65. Participe, com apenas um clique.